Já as palavras perderam o sentido
De tão repetidas e previsíveis que são.
Já os campos deixaram de ser verdes
P’ra dar lugar às cinzas dos tempos que lá vão.
Já o ar deixou de ser consumido,
Pois os pulmões, fracos, não respiram.
Os versos já não rimam,
Os pássaros já não cantam
E a vida não passa deste triste fado irreversível
Até as dedicatórias marcadas no banco
Perderam o significado…
Tudo vem, tudo vai.
Não sabemos se havemos de ir
Ou de ficar…
Parece que com a puberdade
Se perde a capacidade de voar
(tornando-nos inevitavelmente narcisistas)
E conforme o tempo passa,
Tornamo-nos cada vez mais decrépitos e vulgares
Com tendência a criticar tudo e todos
E pela Mão de Um só,
Deitamos as mágoas a afogar,
Limitamo-nos a não pensar
(já não temos poder de decisão)
Mas… oh incontestável ditador da vida,
Até do mais controverso pormenor,
(Seja feita a vossa vontade)
Será meu dever informar-lhe,
Que começamos a perder a fé?!
(se é que não perdemos já…)
E assim nos deixamos ficar…
Olhar calmo,
A vermos as horas passar…
Até que, com esta monótona melodia
Fechamos os olhos…
Há de chegar a nossa vez…
De tão repetidas e previsíveis que são.
Já os campos deixaram de ser verdes
P’ra dar lugar às cinzas dos tempos que lá vão.
Já o ar deixou de ser consumido,
Pois os pulmões, fracos, não respiram.
Os versos já não rimam,
Os pássaros já não cantam
E a vida não passa deste triste fado irreversível
Até as dedicatórias marcadas no banco
Perderam o significado…
Tudo vem, tudo vai.
Não sabemos se havemos de ir
Ou de ficar…
Parece que com a puberdade
Se perde a capacidade de voar
(tornando-nos inevitavelmente narcisistas)
E conforme o tempo passa,
Tornamo-nos cada vez mais decrépitos e vulgares
Com tendência a criticar tudo e todos
E pela Mão de Um só,
Deitamos as mágoas a afogar,
Limitamo-nos a não pensar
(já não temos poder de decisão)
Mas… oh incontestável ditador da vida,
Até do mais controverso pormenor,
(Seja feita a vossa vontade)
Será meu dever informar-lhe,
Que começamos a perder a fé?!
(se é que não perdemos já…)
E assim nos deixamos ficar…
Olhar calmo,
A vermos as horas passar…
Até que, com esta monótona melodia
Fechamos os olhos…
Há de chegar a nossa vez…
Joana Ramos

2 Comments:
Olá Jóó! :P não sabia que escrevias mas estás de parabéns! gostei mt! :D loool peace!
(ya, ya... o cumprimento: BOB bless ya! (ou God shave da queen!)tanto faz... lool)
Oi Joana. Fikei muito espantada nao sabia k tinhas um lado tao filosofico. Adorei o teu poema pelo menos nao manda dakelas indirectas como se so os outros tivessem a culpa das coisas k acontecem. Parabens pela tua escrita
( Devias de escrever assim para portugues k a stora babava-se toda!!!! loool :) Ass: 25
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